PLANEJAMENTO FINANCEIRO INDEPENDENTE                                 


Estratégia patrimonial
com foco no seu
patrimônio.


Visão global de investimentos e planejamento financeiro para famílias e indivíduos que enxergam o capital como instrumento de propósito, preservação e legado.

— A RS Legacy    


Uma abordagem estratégica para o seu patrimônio.


 RS Legacy atua de forma independente no planejamento financeiro e na definição de estratégias de investimentos, auxiliando clientes na organização, preservação e crescimento do patrimônio ao longo do tempo.


Nossa atuação é baseada em visão estratégica, análise criteriosa e alinhamento entre objetivos de vida e decisões financeiras sem conflitos de interesses.


Por meio de uma assessoria completa em gestão patrimonial,  contemplando planejamento tributário, consultoria de investimentos e sucessão, estruturamos soluções personalizadas para você, seus objetivos e seu legado.


— Nossa Convicção     


Construindo decisões financeiras
mais conscientes.


Planejar patrimônio é mais do que investir. É proteger histórias, organizar o futuro e preservar o legado.




Proteger histórias


Cuidar do que foi construído ao longo de uma vida, respeitando trajetória e propósito.




Organizar o futuro


Estruturar decisões financeiras com método, profundidade e visão de longo prazo.



Preservar o legado


Construir uma estratégia patrimonial que sirva às próximas gerações com clareza.


 Quem está por trás:


Shirley Santos

Fundadora · Planejadora Financeira


Shirley fundou a RS Legacy com uma convicção clara: oferecer planejamento financeiro verdadeiramente independente, fundamentado em técnica, ética e dedicação exclusiva ao cliente.


Certificada CFP® pela Planejar e C.Pro.I, credenciais reconhecidas pelo rigor exigido em planejamento financeiro e consultoria de investimentos , conduz a RS Legacy com a obsessão por construir relações de longo prazo, em que cada decisão patrimonial é tomada com profundidade, clareza e propósito.




CFP®


Certified Financial Planner



C.Pro.I


Consultor Profissional de Investimentos


Quem está por trás:


Renato Garcia Santos

Advogado - Planejamento Sucessório


Renato, advogado com atuação voltada ao Planejamento Sucessório, unindo visão jurídica estratégica à experiência prática no mercado financeiro.


Com experiência no setor financeiro, Renato desenvolveu uma abordagem multidisciplinar, capaz de integrar proteção patrimonial, organização sucessória e segurança júridica às decisões familiares e empresariais. Sua atuação é marcada pela clareza técnica, proximidade no atendimento e construção de soluções personalizadas para cada cliente.




⚖️ Registro profissional:

OAB - SP 441323




Bacharel em Administração

Bacharel em Administração




Uma abordagem completa para o seu patrimônio.


Assessoria integrada em planejamento financeiro, investimentos no Brasil e exterior, organização patrimonial e visão consolidada de portfólio.


Planejamento              


Planejamento Financeiro


Estruturação da vida financeira com foco em objetivos, organização patrimonial e planejamento de longo prazo.


Investimentos             


Investimentos no Brasil e exterior


Definição de estratégias de alocação alinhadas ao perfil e aos objetivos do cliente, com análise criteriosa de classes de ativos.


Patrimônio              


Proteção e organização patrimonial


Análise estratégica do patrimônio para maior eficiência e clareza nas decisões financeiras, contemplando planejamento tributário e sucessão.


Consolidação               


Visão global de investimentos


Consolidação das informações de portfólio e direcionamento personalizado, permitindo enxergar o conjunto com clareza para decisões mais conscientes.


 Edição em destaque


Análise Macroeconômica

— Edição Especial


Uma leitura aprofundada do cenário global e dos vetores que devem influenciar as decisões de alocação nos próximos meses. Juros, inflação, dólar e oportunidades para o investidor de longo prazo.


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17 de junho de 2026
1. Estados Unidos — O primeiro teste de Kevin Warsh
13 de junho de 2026
Raramente dois dos maiores dados de inflação do mundo são divulgados no mesmo dia e raramente eles contam histórias tão opostas. Nesta quarta-feira, 10 de junho de 2026, o Bureau of Labor Statistics dos Estados Unidos e o National Bureau of Statistics da China publicaram, em janelas de horas de diferença, os dados de inflação ao consumidor e ao produtor referentes ao mês de maio. O resultado foi uma fotografia de duas economias enfrentando forças inflacionárias radicalmente distintas, com implicações que se estendem muito além de suas fronteiras. Este relatório analisa cada um dos dados com a precisão que eles exigem e, ao final, discute o que essa divergência global significa para o posicionamento de ativos no segundo semestre de 2026.
8 de junho de 2026
O payroll de maio surpreende com o dobro do esperado. Com juros americanos presos no topo e o real sob pressão, o que esperar da próxima reunião do Fed e do nosso próprio Copom? O resultado e o que ele significa O Bureau of Labor Statistics dos Estados Unidos divulgou nesta sexta-feira, 5 de junho de 2026, um número que forçou o mercado financeiro global a rever rapidamente suas apostas: a economia americana criou 172 mil vagas não agrícolas em maio, praticamente o dobro das 85 mil projetadas pelo consenso dos analistas e acima até mesmo do teto das estimativas mais otimistas, que chegavam a 125 mil postos. O impacto do dado foi amplificado pelas revisões dos meses anteriores, igualmente surpreendentes. A criação de empregos de abril foi ajustada de 115 mil para 179 mil vagas, enquanto março passou de 185 mil para 214 mil postos. Em outras palavras, o mercado de trabalho americano não apenas apresentou um resultado forte em maio, ele revelou que estava mais robusto do que se imaginava nos meses anteriores. A taxa de desemprego permaneceu estável em 4,3%, em linha com as expectativas, enquanto a taxa de participação da força de trabalho ficou em 61,8%. Os salários médios por hora avançaram 0,3% no mês e acumulam alta de 3,4% em 12 meses, valores que, individualmente, poderiam ser lidos como moderados, mas que, combinados com uma geração de empregos tão expressiva, pintam um quadro inequívoco: a economia americana segue aquecida. A liderança setorial da criação de vagas reforça essa leitura. Lazer e hospitalidade responderam por 70 mil postos (o maior aumento em mais de três anos), enquanto saúde e assistência social continuaram contratando em ritmo robusto. O setor de construção avançou pelo sétimo mês consecutivo, impulsionado pela demanda por infraestrutura de data centers, e a indústria manufatureira também registrou geração líquida positiva de vagas. A decisão do fed em junho: manutenção confirmada O relatório chega em um momento de dupla sensibilidade para o Federal Reserve. Primeiro, porque a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) está marcada para os dias 16 e 17 de junho e o payroll é um dos últimos grandes indicadores antes dessa decisão. Segundo, porque será a primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh, que assumiu a presidência do Fed com o mandato de lidar com uma inflação ainda acima da meta de 2%, pressionada pelos efeitos do conflito no Oriente Médio sobre energia e cadeias produtivas globais. A ferramenta FedWatch, do CME Group, reflete a clareza do mercado sobre o próximo passo: as apostas em manutenção dos juros na reunião de junho são amplamente dominantes, com probabilidade superior a 95%. Com um mercado de trabalho que recusa a desaceleração e uma inflação ainda acima do conforto, o Fed simplesmente não tem argumentos para iniciar um ciclo de cortes. Mais do que isso, o dado de hoje reacendeu um debate que havia sido temporariamente deixado de lado: a possibilidade de novas altas de juros em 2026 ou até 2027, caso a inflação se mantenha resistente. A combinação de emprego forte com salários crescendo a 3,4% ao ano é, por definição, inflacionária num ambiente em que o Fed tenta ancorar expectativas abaixo de 2%.
4 de junho de 2026
O mês de maio confirmou o ditado: "sell in May and go away", tão relembrada pelo mercado e por seus operadores, frase que ficou conhecida por seu utilizada por banqueiros britânicos que operavam na Bolsa de Londres. O Ibovespa acumulou queda de 7,22%, marca que entra para a história recente da nossa bolsa como o pior desempenho mensal desde fevereiro de 2023, fechando em 173.787 pontos. O índice havia renovado recordes em abril (máxima de 199.355 pontos em 14/04) e, desde então, acumulou 31 sessões em que subiu em menos de um terço dos pregões. Sem Reunião do Copom, a Selic permanece em 14,50% ao ano e o destaque de maio fica para o nosso IPCA-15 de maio, que registrou 0,62% no mês, com o acumulado em 12 meses subindo a 4,64% (acima do teto da meta de 4,50%). O Boletim Focus de 25 de maio elevou o IPCA projetado para 2026 pela 11ª semana consecutiva, para 5,04%, e a Selic esperada ao fim do ano para 13,25%. O petróleo Brent, que havia oscilado na faixa de US$ 100–110, recuou ao final do mês para cerca de US$ 92 após sinais preliminares de possível acordo entre EUA e Irã. O dólar subiu 2,18% em maio, mas acumula queda de 7,79% no ano.
Gráficos financeiros e análise econômica de abril 2026
4 de maio de 2026
Confira nossa análise referente ao mês de abril, com os principais acontecimentos econômicos, perspectivas de mercado e estratégias patrimoniais adotadas no período.

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